Mostrando postagens com marcador Fenomenologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fenomenologia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de março de 2009

Cinema e Pragmatismo

Cinema e Pragmatismo: uma reflexão sobre a gênese sígnica na arte cinematográfica

Resumo:
Este artigo visa discutir a importância e a urgência da filosofia de Charles Sanders Peirce(1839-1914) na compreensão da gênese criativado cinema. Trata-se de uma reflexão sobre a ontologia e uma possível epistemologia cinematográfica através da semiótica peirciana. Tem-se, como metodologia, a discussão sobre a Fenomenologia da metrópole como pivô para o desenvolvimento de uma linguagem e uma estética, especificamente nesse caso, a do cinema, observando o caráter híbrido dessa comunicação, enfatizando a importância do pragmatismo na realização e concretização de um filme através de um pensamento triádico, indo desde a idealidade imaginária, testando possibilidades de uma possível externalização e, por fim, no conseqüente desenvolvimento de uma filme. Esta tríade tem como base conceitual nas Categorias peirceanas de Primeiridade, Secundidadee Terceiridade, e encontra correspondência com a Poética de Aristóteles permitindo uma reflexão entre Peirce e este grande filósofo grego.

Palavras chaves: Cinema, Pragmatismo, Semiótica, Linguagem, Fenomenologia

Este artigo foi publicado na Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação http://www.bocc.ubi.pt/

Cinema e Fenomenologia

Cinema e Fenomenologia: por uma reflexão sobre os fenômenos da modernidade como pivô para a origemda linguagem cinematográfica

Resumo:
Este artigo visa discutir a importância e a urgência da filosofia de Charles Sanders Peirce(1839-1914) na compreensão da gênese signicado cinema. Trata-se de uma reflexão sobre como os fenômenos da modernidade propiciaram uma linguagem como a cinematográfica. Abrindo nossos olhos para esse mundo das aparências da Fenomenologia na metrópole e entendendo como estas fundamentaram a Estética, a Ética e a Lógica ou Semiótica nesse ambiente moderno e como isso está presente no Cinema.
Entendendo que esses fenômenos penetraram à consciência pela percepção, fecundando nesta os modos de representações e de conduta, objetivando novas formas de mediação, novos modos de comunicação e de linguagem, cada vez mais híbridos, fragmentados, cambiáveis, em constante movimento e circulação.
Observando, através dessa reflexão, a razão porque a linguagem não está na mente, mas a mente é que está na linguagem. Ou comoPeirce destaca: "O pensamento não está necessariamenteligado a um Cérebro. Surge no trabalho das abelhas, dos cristais e por todo mundo puramente físico; e não se pode negar que ele realmente ali está, assim como não se pode negar que as cores, formas, etc. dos objetos ali realmente estão."(PEIRCE, p.190)

Palavras Chaves: Cinema, Fenomenologia, Semiótica, Metrópole, Linguagem

Artigo publicado na Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação http://www.bocc.ubi.pt/